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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Os horrores das comidas para animais domésticos!


«Os horrores das comidas para animais domésticos!

dogsandcatspetsfoodSe lerem com atenção os rótulos das embalagens de comida para animais domésticos, provavelmente encontram uma série de ingredientes vagos e que não descriminam exactamente as origens dos mesmos. Atrás de palavras inocentes como “derivados de carne e peixe” ou “composto de carne” escondem-se verdadeiras práticas de manufactura dignas de um filme de terror que nos faria revolver o estômago.

É sobejamente conhecido e discutido que as empresas de produção de comida para animais domésticos utilizam perigosos conservantes e fortificações vitamínicas que na realidade tornam essa mesma comida menos saudável…

Mas o que são os misteriosos “derivados de carne”?

Comecemos pelo que habitualmente parecem ser as fontes primárias de proteínas nas comidas para animais domésticos: os derivados de carne, de peixe, de galinha, etc. Trata-se de um eufemismo para designar partes de animais que nunca seriam consideradas comestíveis por qualquer consumidor responsável. «Derivados de carne incluem a cabeça, patas, entranhas, pulmões, baço, rins, fígado, estômago, ossos, sangue e intestinos de animais ou partes incertas da carcaça não elegíveis para consumo humano,» escreve Henry Pasternak em Healing Animal’s with Nature’s Cures.
imagesCompostos de carne e derivados contêm partes da carcaça ultra-cozinhadas de forma a formarem uma pasta que não seria aceitável em lado algum para consumo humano. O horrível é que aqui estão incluídos animais de zoológico, animais que morrem na estrada e os chamados gado 4D (dead, diseased, disabled e dying – respectivamente mortos, doentes, deficientes ou moribundos). Um dos choques é quando a lista inclui animais como o cão e o gato…sim, os seus animais de estimação estão a praticar canibalismo sem saberem!
O autor de Fast Food Nation, Eric Schlosser, escreve: «Embora as fábricas líderes americanas prometam nunca ter incluído animais domésticos na composição do seu produto, sabem que é perfeitamente legal fazê-lo. Uma empresa canadiana, Sanimal Inc., utilizava 40000 libras de cães e gatos mortos na manufactura da sua comida para animais domésticos até terem publicamente declarado que o deixaram de fazer em Junho de 2001.» Esta companhia argumentou ainda que a comida era «boa e saudável», quando contraposta pelos críticos e activistas, mas que iriam mudar os procedimentos porque algumas pessoas ficavam «impressionadas e não gostam de a comida dos seus animais conter animais domésticos».

Como animais mortos na estrada acabam no prato do seu cão?

O processo que leva animais selvagens ou vadios mortos nas estradas, especialmente nos Estados Unidos, irem parar à comida para animais domésticos é igualmente horrível e desconcertante. Ann M. Martin descreve este processo em Foods Pets Die For: «Na fábrica de processamento uma máquina lentamente mói toda a carcaça. Depois este produto é cozinhado a temperaturas entre os 220 graus Fahrenheit e os 270 graus Fahrenheit durante 20 minutos a uma hora. A mistura é então centrifugada para que as gorduras subam ao topo e sejam retiradas. Estas gorduras são então a fonte animal na maioria das comidas para animais domésticos. Muitas vezes, quando abre uma lata convencional de comida para animais domésticos notará uma primeira camada de gordura (…) Após removida a gordura, o restante material centrifugado é seco. (…) Este material seco é habitualmente encontrado nas comidas secas para animais domésticos

Perigos químicos escondem-se na comida para animais domésticos…

O processamento destas comidas não é apenas chocante e desconcertante… é também perigoso para o seu animal de estimação. Os químicos usados na eutanásia de animais de zoológico, de veterinários e hospitais para animais resistem com facilidade ao processo citado acima de cozedura o que quer dizer que serão parte integrante da comida para animais em que são usados. Martin continua, «Gatos e cães mortos por eutanásia entram na composição, em conjunto com carcaças de origem duvidosa, para o processamento de derivados de carne. Isto pode ser problemático porque o sódio pentobarbital pode aguentar altas temperaturas. Durante anos, os veterinários e os defensores de animais estavam cientes do perigo potencial dos resíduos de sódio pentobarbital nas comidas comerciais para animais domésticos, e o perigo ainda não passou.» Em suma, isto significa que o que mata um animal está a ser usado para alimentar outro!
Agora que sabe que as produtoras de comida para animais domésticos vão até às últimas consequências para produzirem fontes de proteína da maneira mais barata possível não ficará surpreendido sabendo que os restantes ingredientes destas comidas não são melhores: grão apodrecido ou velho, celulose, conservantes ou complexos vitamínicos e minerais sem controlo. Em Healing Pets with Nature’s Miracle Cures, Henry Pasternak escreve, «Lembrem-se que as comidas para animais domésticos são processadas primariamente à base de dietas de cereais em grão. Estas comidas são fortificadas com vitaminas B sintéticas, causadoras de deficiências de vitamina B.» e Martin menciona em Foods Pets Die For que uma saca de comida de cão tinha tanto zinco que teve de levar o cão ao médico por ter adoecido rapidamente, levou então o saco a um laboratório independente para verificar o zinco quer estava 20 vezes mais presente do que o máximo recomendado a qualquer cão.

O que fazer com toda esta informação?

O animal doméstico é seu, e queremos apenas que saiba como as coisas são feitas. Fica a seu cargo o tratamento e bem estar do animal que por dever protege em troca de amor e companhia. Fazer comida para os animais domésticos nos dias que correm não é uma opção fácil para todos, mas a paz de espírito em tratar bem o seu fiel companheiro pode fazer toda a diferença!
Fonte: NaturalNews (a fonte contém as passagens no texto e língua original)»


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Toxoplasmose
















A toxoplasmose é uma doença infecciosa, congênita ou adquirida, causada pelo protozoário Toxoplasma gondii.

No Gato:
Este parasita unicelular tem de passar por um hospedeiro intermediário e por um definitivo, que é sempre o gato e APENAS O GATO. O toxoplasma só consegue produzir oocistos (ovos) infectantes no intestino do gato.

Os gatos, que são os hospedeiros definitivos, estão relacionados com a produção e eliminação dos oocistos (ovos) e perpetuação da doença, uma vez que somente neles ocorre a reprodução sexuada dos parasitos.

Os gatos contraem toxoplasmose por comerem carne crua ou caça (ratos, pássaros, etc) que contenham alguma das 3 formas infectantes deste parasita.
Neste caso os gatos excretarão através das fezes oocistos infectantes 3 a 10 dias após a ingestão de tecidos infectados. Esta excreção pode durar até 14 dias após a 1ª exposição do gato ao parasita.
MAS APÓS ESSE PERÍODO É POUCO PROVÁVEL QUE O GATO EXCRETE DE NOVO, pois tal como os humanos, o gato desenvolve imunidade contra o toxoplasma.

No Humano:
O ser humano é infectado após ingerir oocistos expelidos através das fezes de gatos infectados, ou ao comer carne mal cozida de um animal que tenha ingerido o parasita (através de fezes de ovelhas, vacas e porcos).

O ser humano serve portanto de hospedeiro intermediário. Nele o parasita enquista nos músculos ou outras partes do organismo. Mas esta infecção é geralmente assintomática.

Muitas pessoas podem contrair toxoplasmose e não se aperceber disso. Uma vez exposto à doença, o ser humano desenvolve imunidade contra o parasita e raramente torna a adoecer com toxoplasmose.
Isto é confirmado através de uma análise sanguínea a qual revelará que a pessoa é seropositiva em relação a esta doença.


Na Grávida:
O caso complica-se se a mulher grávida não é seropositiva quando engravida.
Neste caso ela não deve contrair toxoplasmose pela 1ª vez durante os primeiros 3 meses de gravidez (após este período os riscos são significativamente menores).

Apanhar toxoplasmose durante o 1º trimestre de gravidez equivale ao risco do bebé nascer com graves deformações neurológicas ou mesmo retardamento mental.

É muito comum os médicos das grávidas mandar livrarem-se dos seus gatos! Instalam o medo e o pânico na grávida! NÃO É PRECISO!
As mulheres grávidas devem evitar o contacto com as FEZES DO GATO e não com o GATO!

Na gravidez para o tratamento usa-se espiramicina, pirimetamina e sulfadiazina, para controlar a multiplicação do toxoplasma gondii, mas também deve ser fornecido ao paciente ácido fólínico ou levedura de cerveja, para regularizar o sistema imunológico.


Soluções:
Existem muitas maneiras de minimizar o risco de contrair toxoplasmose:

- Cozinhe muito bem a carne pelo menos 15 a 20 m antes de a consumir. Tanto as carnes de vaca como o porco e o borrego podem transmitir a doença se consumidas cruas ou mal cozinhadas.
- Evita o leite não pasteurizado de vaca, cabra ou ovelha, também pode conter oocistos.
- Mantenha o seu gato exclusivamente em casa, não permita que ele consuma o que caça nem lhe forneça carne crua.
- Alimente o seu gato com rações comerciais apropriadas.
- Desparasite regularmente o seu gato.
- Elimine, diariamente, as fezes do caixote, utilizando luvas.
- Lave, regularmente, o caixote do seu gato, usando luvas.
- Quando jardinar, use sempre luvas.
- Ferva água não potável antes da sua utilização.
SE SEGUIR ESTAS INDICAÇÕES NÃO TEM QUE RECEAR O SEU GATO. ESTIME-O, NÃO O ABANDONE!

Fontes:
Wikipédia
Arca de Noé

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Bolas de Pêlo

















«As bolas de pêlo são acumulações de pêlo que se produzem nos gatos quando estes lambem a pelagem durante as suas frequentes limpezas diárias.

Acontece que a língua dos felinos apresenta uma série de papilas gustativas muito rugosas que actuam como uma autêntica escova que arrasta os pêlos mortos, e que uma vez engolidos misturam-se com os restos de alimento e secreções gástricas formando assim as ditas bolas no estômago.

O pêlo morto vai transitar pelo tracto digestivo e normalmente, ou é excretado pelas fezes, ou é expulso pelo vómito.

Uma vez que o pêlo não é facilmente digerido a situação complica-se quando se formam massas compactas de pêlo de maiores dimensões que ficam retidas no lumem intestinal. Esta situação pode provocar uma obstrução no intestino que, ainda que rara, é grave e pode exigir intervenção cirúrgica.

Estão mais predispostos à formação de bolas de pêlo os gatos que se lambem excessivamente, por exemplo:
- quando manifestam alterações comportamentais induzidas por stress (a chegada de uma nova mascote, mudança de casa, etc.);
- devido à presença de parasitas externos;
- gatos de pêlo longo (o Persa, Bosques da Noruega, Himalaio...);
- e os que vivem com outros gatos, que além de realizarem a sua auto-limpeza lambem outros animais.

Para o controlo das bolas de pêlo existem no mercado produtos para administração oral, geralmente apresentados sob a forma de pastas de alta palatibilidade, com propriedades lubrificantes e laxantes que permitem a eliminação eficaz das bolas de pêlo pelas fezes.
Também há actualmente disponíveis alimentos comerciais ricos em fibras vegetais elaborados para facilitar a passagem do pêlo pelo tracto gastro – intestinal.

No entanto a prevenção mais eficaz obtém-se com a escovagem frequente do animal, indispensável para gatos de pelo longo, e sobretudo nas fases de mudança estacional da pelagem (Primavera e Outono).»
Soluções:
- Escove o gato diariamente.
- Dê uma banho uma vez por mês.
- Coloque pó talco no pêlo do seu gatinho.
- Compre uma pasta de malte e dê um bocadinho todos os dias.
- Compre comida própria para bolas de pêlo.

Fonte: